Sacra-Sexuallis

"O tema da 2ª Bienal de Artes do Ouvidor 63 foi sobre a construção de novas possibilidades, de outros mundos possíveis, no intuito de provocar a reflexão sobre o papel da arte e sua importância nas transformações da sociedade. Na busca por estes meus Outros Mundos Possíveis, visualizo um tempo no qual não mais associaremos sexo a pecado. Sexo foi, é e sempre será sagrado a cada um de nós. Sexo é o Amor na sua forma mais ampla e conectada. O entregar-se de corpo, alma, energia e fluidos. Como a comida ou a água que nos alimenta o corpo, ou o ar que nos mantém vivos, o sexo é a energia mais vital e importante que existe em nós. Aceitar o sexo é primordial para um mundo pleno e verdadeiramente em paz. Aceitar o sexo é o primeiro passo para a sua transfiguração ao Amor. Amar é conectar-se carnalmente a outro(s) ser(es). Aceitar o sexo é essencial para conhecer o amor em toda a sua dimensão."
 
Ano: 2018
Técnica: Instalação fotográfica: fotografias, altar em mdf, garrafa vermelha e antúrio.
 
Esta obra foi parte da 2ª Bienal de Artes do Ouvidor 63, exibida de 07 a 21 de setembro de 2018. É composta por 7 fotos em três tamanhos:
  • 1 foto 60x40 cm
  • 2 fotos 15x21 cm
  • 4 fotos 10x15 cm 
Agradecimentos: muito obrigado a todos que toparam participar deste projeto. Fico muito honrado. Obrigado: Fábio, Ricardo, Ton, Lucas, Alexa, Robson, Chico, Fernanda, Rafael, Laís, Dan, Lua, Thiago, Jhonattan, Alex, Andres e Leo.
 
 

Exposição Fotográfica na 2ª Bienal de Artes do Ouvidor 63 

Centro Cultural Ouvidor 63, São Paulo, 07 a 16 de setembro de 2018
 
 

O Apogeu da Obra

 
No último dia da Bienal, quando cheguei no Ouvidor 63 e fui onde minha obra estava, me deparei com esta imagem:
 
 
A obra Sacra-Sexuallis I: Primus in deliciis vixerunt ​havia sumido. Repetindo o que aconteceu no segundo dia de Bienal, quando a obra Sacra-Sexuallis III: Quod si obtuleritis mihi Accipio (a.k.a. a foto com a banana) também havia sido retirada da parede. Após buscas, foi encontrada no banheiro próximo ao local onde a instalação estava exposta. Assim, quando ao chegar, no último dia de exibição e me deparar com mais uma obra retirada da parede, fui direto ao banheiro para verificar se também a encontraria lá. E assim aconteceu:
 
A encontrei assim:
 
   
 
A obra alcançou o seu apogeu. Não faço ideia de quem se sentiu tão incomodado com a foto que se deu ao trabalho de arrancá-la da moldura e jogá-la na lata de lixo. Pelo menos, a pessoa que a arrancou teve um certo respeito pela obra, pois ao tirar da moldura, o fez com cuidado para que não rasgasse. Gentilmente, peguei a foto da lixeira e coloquei-a de volta ao seu lugar de direito.
 
 

Tags: Fotografia, Photography, Ensaio Fotográfico, Ano: 2018, Nude Art, Instalação Fotográfica

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